Projeto está na Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara, aguardando relatório do Dep. Pastor Sargento Isidório (AVANTE-BA); valor atualizado em 2025 seria cerca de R$ 2.753,20
Expulsão dos médicos cubanos e Pec da Morte ajudam coronavírus a se alastrar pelo País
Saúde / Especialistas alertam para o real perigo da doença em um País onde o governo atual é mestre em atacar o SUS.
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Uma das primeiras medidas de Jair Bolsonaro como presidente foi expulsar cerca de 9 mil médicos cubanos que atuavam com reconhecido sucesso no Brasil. Bolsonaro é também forte defensor da chamada Pec da Morte, medida aprovada no governo Temer que proíbe investimentos por 20 anos em saúde e educação.
Essa Pec da Morte e a expulsão dos profissionais cubanos estão sendo mais sentidas agora, quando o coronavírus começa a se alastrar por todo o País. O próprio capitão pode se tornar vítima de medidas erradas adotadas em seu próprio governo, uma vez que é suspeito de estar com o vírus dessa doença. Continua, após o anúncio.
Explosão de demanda no SUS
Segundo o professor e virologista Flávio da Fonseca, da Universidade Federal de Minas Gerais, haverá uma explosão de demanda no SUS, isto é, o sistema será muito procurado em decorrência da epidemia de coronavírus que, segundo ele, deverá se alastrar pelo País. Diz o pesquisador:
"A gente acompanha a evolução do vírus no mundo inteiro, e a capacidade de dispersão é muito elevada. Em outros países, o vírus se espalhou de forma intensa. Não tem como pensar que no Brasil será diferente. Deve se alastrar rapidamente."
Como enfrentar, se a política do governo é de sucateamento da saúde pública?
O grande problema para os brasileiros nesse momento é saber como enfrentar uma epidemia dessa gravidade se a política do governo Bolsonaro para a saúde segue sendo a de sucatear o SUS. Continua, após o anúncio.
Não seria a hora de tentar trazer pelo menos uma parte dos médicos cubanos de volta, uma vez que são bastante treinados para combater todo tipo de epidemias?
E a Pec da Morte, por que o presidente não revoga em caráter emergencial seus efeitos, para que a União, estados e municípios possam ter melhores condições de enfrentar o problema?
Com informações de: G1
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