CNTE exige que instituto divulgue com urgência as informações pendentes para evitar maiores prejuízos à educação básica do país
Professores decidem não iniciar ano letivo até que reajuste (14,95%) seja pago
Movimento pode se estender por várias outras partes do País. No caso de Fortaleza, decisão foi tomada em Assembleia Geral com mais de 5 mil pessoas, entre docentes e funcionários de escolas.
Educação | Previsto em todo o Brasil para fevereiro, ano letivo pode não iniciar em várias localidades, caso reajuste de 14,95% do magistério não seja implementado. De acordo com a lei 11.738/2008, atualização salarial deve ser em 1º de janeiro de cada ano.
Greve geral
No Piauí, por exemplo, muitos docentes cogitam greve geral, e em Fortaleza — em assembleia geral (26) com mais de 5 mil pessoas — professores já decidiram só começar as aulas quando o prefeito José Sarto (PDT) anunciar o aumento. Na capital do Ceará, movimento foi convocado pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação do Ceará (Sindiute).
Continua, após o anúncio.

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Segundo matéria no site da CNTE:
De acordo com Ana Cristina Guilherme, presidenta do Sindiute, a categoria decidiu que as aulas [em Fortaleza], que estavam previstas para começar dia 27 (sexta-feira), só iniciem depois que a Prefeitura apresentar a atualização dos salários dos professores e funcionários das escolas, ativos e inativos, efetivos e substitutos.
"Essa decisão é resultado da irresponsabilidade do prefeito Sarto ao descumprir a Lei Federal do Piso Nacional do Magistério. Portanto, a partir desta sexta estaremos em mobilização permanente em frente ao Paço Municipal, para exigir que a Prefeitura anuncie urgente a aplicação do piso, garantindo assim o retorno dos professores para a sala de aula", destacou a dirigente.
Aguarde mais informações!
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