Economia | Segundo matéria estampada com destaque ontem (25) no Estadão, o deputado federal Arthur Lira (PP-AL), candidato de Jair Bolsonaro à presidência da Câmara, afirmou que pretende aprovar a Pec 32/2020 — que institui a Reforma Administrativa — ainda no primeiro semestre deste ano. Notícia não é boa para o funcionalismo dos três poderes da União, estados e municípios. O projeto acaba estabilidade, congela salários e carreiras, veda direitos adquiridos, reduz concursos, terceiriza e substitui gente por computador.
Após o anúncio, o economista carioca Cézar M Almeida, consultado pelo Dever de Classe via Messenger, explica os principais pontos da medida e o que ocorrerá com os atuais e futuros servidores, caso a Pec passe no Congresso.