Pesquisa, feita com mais de 14 mil pessoas, foi liderada por Naomi Ferreira, pós-doutoranda da Faculdade de Medicina da USP
O suicida e o impacto na vida de profissionais da Saúde
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), ocorrem mais de 700 mil suicídios por ano em todo o mundo. Pesquisadora da USP fala sobre o delicado tema.
SAÚDE | De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 700 mil pessoas cometem suicídio por ano em todo o mundo. Em matéria do Jornal da USP (10), a mestranda Natália Ferracioli fala sobre o delicado tema e foca nas implicações negativas para os profissionais de Saúde quando têm de cuidar de um suicida. (Ver áudio ao final da matéria).
Diz o Jornal da USP:
Natália [Ferracioli] afirma que o trabalho com pessoas em risco suicida provoca "sentimentos ambivalentes que repercutem e geram transformações significativas nas esferas da vida pessoal e laboral", fato que justifica a importância do cuidado com esse profissional. Ideia compartilhada pelo professor Santos, para quem o estudo evidenciou "intensidade emocional considerável ao se trabalhar com tal demanda, o que provoca experiências complexas e multifacetadas".
Continua, após o anúncio

Confira o áudio da Rádio USP — onde a pesquisadora Natália Ferracioli é entrevistada e fala sobre o tema do suicídio.
Com informações de Brenda Marchiori (Jornal da USP —10/02/2023).
Compartilhe e curta abaixo nossa página no Twitter e Facebook, para receber atualizações sobre este tema. E aproveite também para deixar uma pequena doação ao nosso site.
Cremos que você gosta de nossas publicações e quer nosso site sempre atualizado. Por isso, ajude com uma doação, pois temos vários custos a honrar todos os meses. Sem seu apoio, ficamos inviabilizados de dar sequência com regularidade ao nosso trabalho. Gratos, antecipadamente.
Chave para Pix
E-mail: pix@deverdeclasse.org - João R P Landim Nt
Colabore no Vaquinha
PIX
E-mail: 3435969@vakinha.com.br
Mais recentes sobre saúde
Há sempre riscos e benefícios no uso de medicamentos, por isso é preciso cautela ao adotar o uso de qualquer um
Pesquisa é inédita e aponta que 73% dos brasileiros utilizam medicamentos para tratar mal-estares menores, e 79% só procuram atendimento médico quando necessário